quarta-feira, 4 de março de 2015

Festa dos 180 anos da Assembleia Legislativa do Maranhão.

Governador faz homenagem ao Legislativo e destaca independências dos Poderes


O governador Flávio Dino (PCdoB) proferiu, na manhã desta quarta-feira (4), um discurso de homenagem ao Poder Legislativo, ressaltando o valor da independência dos Poderes e a vitalidade das instituições democráticas no Brasil. O pronunciamento marcou a abertura da Sessão Solene comemorativa dos 180 anos de instalação da Assembleia Legislativa do Estado, realizada no Plenário Nagib Haickel.

Discursando na tribuna da Casa, o governador Flávio Dino iniciou o seu pronunciamento dizendo que sua presença na solenidade deriva, em primeiro lugar, da homenagem à Instituição Parlamentar. Ele frisou, como ponto inicial de sua saudação, o momento tão relevante vivido hoje na história da Assembleia Legislativa maranhense.

“Esta Casa representa o povo do Maranhão, e faço esta homenagem ao Parlamento por ser exatamente a Casa da contradição, a Casa do conflito, a Casa do debate, em que as diferenças legítimas afloram e são dirimidas segundo a vontade popular dominante numa determinada conjuntura”, discursou Dino.

O governador acrescentou que atua em harmonia e com independência, reciprocamente, em relação a Assembleia Legislativa, para sublinhar a imprescindibilidade de valorização do Parlamento como o centro da vida democrática.

Ele lembrou que os arquitetos Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, quando projetaram Brasília para ser a nova capital do país, ao traçarem as linhas da Praça dos Três Poderes, colocaram ao centro como o edifício mais majestoso, não o Palácio do Planalto ou o Supremo Tribunal Federal, mas sim, exatamente, o Congresso Nacional.

“O Congresso Nacional” acrescentou Flávio Dino, “está ali como um polo gravitacional para os demais Poderes e como também o estuário de todas as reivindicações populares com as suas grandes cúpulas, com as suas torres, a combinação de retas e curvas, que dizem respeito também ao quanto a sociedade é plural. Nem sempre são retas, nem sempre são curvas”

No seu pronunciamento, Dino afirmou ainda que essa arquitetura desses profissionais, desses técnicos, intelectuais brasileiros, se presta também a sublinhar a centralidade que o Parlamento deve ter na vida democrática do país, sobretudo, em momentos de atribulação.

Em seguida, o governador Flávio Dino fez referência à lista apresentada pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal, com 54 nomes de parlamentares que serão investigados. Para o governador, este fato não pode ser visto como uma crise política ou institucional.

“Acho isso totalmente descabido porque na verdade este fato demonstra, ao contrário de uma crise, é que as instituições estão funcionando adequadamente, que nós temos um Ministério Público independente, que nós temos um procurador geral da República nomeado pela Presidenta Dilma Rousseff, mas que não se exime do dever de proceder as investigações, inclusive em relação ao partido da própria presidenta que o nomeou e assim também em relação a outros partidos políticos representados no Parlamento brasileiro”, frisou o governador.

Ele chamou a atenção para esta suposta crise política institucional, frisando que cabe uma reflexão, neste momento tão relevante em que o Parlamento maranhense faz 180 anos, acerca exatamente da vitalidade das instituições no Brasil e do apoio que deve ser dado para que todas as investigações sejam processadas e adequadamente processualizadas.

Ao dedicar uma homenagem muito especial à Assembleia Legislativa do Maranhão, o governador Flávio Dino destacou que esta Casa sempre esteve presente nos grandes momentos da história maranhense. “Inclusive nos momentos de crise, em vários instantes em que infelizmente a constitucionalidade não foi observada no nosso País, mas, mesmo nesses momentos, o Parlamento procurou cumprir o seu papel”, afirmou.

Flávio Dino também fez questão de manifestar seu agradecimento público a todos os deputados e deputadas que fazem parte da atual legislatura. “Medidas de grande importância para o povo do Maranhão só têm sido possíveis em razão exatamente da compreensão dos parlamentares. E vejo e agradeço independentemente das posições políticas, ideológicas e dos Blocos Parlamentares que aqui estão”, observou.

O governador encerrou o seu discurso com mais elogios, reiterando a parceria com o legislativo. “Me compete, mais uma vez, agradecer a compreensão dos parlamentares do governo, e dos parlamentares que honram, honram nosso Governo figurando nas fileiras da Oposição, exatamente procurando atender a regra constitucional do pluralismo político ao qual nós respeitamos profundamente”, ressaltou.

Agência Assembleia

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Divulgada lista de passageiros de Ônibus que tombou na BR-316 e deixou um morto

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Vítima do acidente
Vítima do acidente
Um grave acidente de trânsito deixou ao menos 1 morto e seis pessoas gravemente feridas por volta das 22h desta quarta-feira (18) no Km 570 da BR-316 em Caxias. Um ônibus de uma empresa de turismo tombou e chegou na virar a rodovia. A principio chegou a ser divulgado que seria da empresa Guanabara, mas outra informação dá conta que era um veículo da TDF.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, 26 pessoas estavam no ônibus que saiu de Caxias. Chovia muito na hora do acidente e pista bastante molhada pode ter provocado para que o condutor do veículo perdesse o controle da direção, vindo a tombar na BR.
Houve muita dificuldade para o resgate. O veículo ficou sobre várias pessoas. Equipes do Corpo de Bombeiros de Caxias e Timon se deslocaram até o local, bem como ambulâncias do SAMU e Polícia Rodoviária Federal.
O passageiro que veio à óbito foi identificado por Wanderson Alefe Silva Ribeiro, natural de Dom Pedro, de apenas 17 anos
Os feridos foram levados para o Hospital Universitário de Teresina.
O motorista do ônibus prestou depoimento para a PRF e alegou ter perdido o controle em função de um animal na pista. A Polícia ainda vai investigar as causas do acidente.
Divulgada lista de passageiros de ônibus que tombou na BR-316 e deixou um morto
Divulgada lista de passageiros de ônibus que tombou na BR-316 e deixou um morto
Lista de passageiros do ônibus repassadas pela Polícia Rodoviária Federal:
Com ferimentos leves
* Brunno Dutra Sousa, 32 anos
* Mayara Mendes Feitosa, 17 anos
* Cintia Laisa Silva Mororo, 20 anos
* Maria Vilani Feitosa dos Santos, 46 anos
Com ferimentos graves
* Dhenny F. de Sousa , 21 anos
* Sara Raabe Rocha Teixeira Sousa, 16 anos
* Francisca Vanaide da Silva,28 anos
* Ana Lívia Santos Feitosa, 03 anos
* Francisco Tibutino Honório Soares, 33 anos
* Rita Maria do Socorro Carvalho Araújo, 68 anos
Saiu ileso
* Harlos Aurélio da Silva Meireles, 21 anos
 
Fonte: Portal Cocais.

domingo, 19 de janeiro de 2014

DITADURA MILITAR


Por que os militares de hoje não admitem os crimes cometidos pela ditadura

 
É do jornalista Luiz Cláudio Cunha o extenso, hiperbólico e contundente artigo publicado na última edição da revista Brasileiros, no qual mostra por que os militares brasileiros de hoje se recusam a fazer o mea culpa pelos crimes da ditadura.
São 20 páginas que, na íntegra, somam mais de 12 mil palavras. Nelas, Cunha cobra dos militares o mesmo gesto feito pelo jornal O Globo em setembro do ano passado – a histórica admissão do erro do veículo-âncora das Organizações Globo para o apoio dado ao golpe militar de 1964 e aos 21 anos subsequentes que fizeram o País imergir no mais longo período autoritário de sua história.
O momento é propício para cobranças e gestos do gênero. Afinal, 2014 não será apenas o ano da Copa do Mundo no Brasil: em 31 de março (ou 1o de abril, dependendo do intérprete daqueles dias confusos), completam-se 50 anos do golpe; abril também marcará os 30 anos da importantíssima e derrotada campanha das Diretas Já; e, em novembro, se chegará aos 25 anos da primeira eleição direta para a Presidência da República depois das décadas de ditadura.
Protesto contra a ditadura no Rio, em 1964: a foto de Evandro Teixeira é uma das imagens mais reproduzidas do período
Protesto contra a ditadura no Rio, em 1964: a foto de Evandro Teixeira é uma das imagens mais reproduzidas do período
Acrescente-se à galeria de efemérides a conclusão das atividades da Comissão Nacional da Verdade, que deve publicar seu relatório final no segundo semestre.
Tudo somado, pode-se ter um ano-marco dos processos de verdade, memória e justiça, e da consolidação dos direitos humanos no Brasil.
Não é pouca coisa, e o artigo de Cunha oferece uma relevante contribuição para entender sérios entraves nesse terreno. Seu título é direto na contraposição da inércia dos militares ao gesto do Globo: “Por que os generais não imitam a Rede Globo”.
Cunha é o experiente repórter que chegou a ser consultor da Comissão Nacional da Verdade, e dali foi afastado por criticar alguns dos seus integrantes e a falta de empenho do ministro da Defesa e dos comandantes do Exército e da Marinha no esclarecimento de crimes da ditadura.
Embora crítico das Organizações Globo, o exemplo do meia culpa a que recorre é justificável: para ele, a Globo foi o principal sustentáculo civil do regime autoritário. “Não cabe discutir se o gesto da Globo envolve puro marketing, medo velado das manifestações, mero oportunismo político ou um genuíno arrependimento”, afirma o artigo. “O que importa é o inédito, amadurecido, eloquente reconhecimento de um memorável, irremediável erro pelo mais poderoso grupo de comunicação do País”.
O jornal O Globo – lembra Cunha – fez dura oposição ao governo de João Goulart e “já em 1965, no ano seguinte à sua deposição, inaugurou a rede de televisão que se forjou e se consolidou à sombra do regime militar que a Rede Globo apoiou com o fervor de fã de auditório”. (Ele não cita, mas convém lembrar que a esmagadora maioria dos grandes jornais, incluindo aqueles que mais tarde seriam vistos como opositores do regime, Estadão e Jornal do Brasil, fez o mesmo em 1964: apoiou a derruba de Jango.)
Em setembro de 2013, O Globo publicou duas páginas e um editorial em que reconheceu, com solenidade e sem disfarces, o equívoco do apoio ao golpe militar e à ditadura subsequente. Não foi a única confissão. O jornal também admitiu que a tíbia cobertura da campanha das Diretas Já resultou de um erro de avaliação político-jornalístico.
Os militares fingem que nada fizeram
Por que os militares não fazem o mesmo? Porque “fingem que nada fizeram ou nada têm a se desculpar”, responde Luiz Cláudio Cunha em seu artigo, contabilizando o balanço de 21 anos de uma ditatura que atuou “sem o povo, apesar do povo, contra o povo”:
- 500 mil cidadãos investigados pelos órgãos de segurança;
- 200 mil detidos por suspeita de subversão;
- 11 mil acusados nos inquéritos das Auditorias Militares, cinco mil deles condenados;
- Dez mil torturados nos porões do DOI-Codi;
- Dez mil brasileiros exilados;
- 4.862 mandatos cassados, com suspensão de direitos políticos, de presidentes a vereadores;
- 1.202 sindicatos sob intervenção;
- Três ministros do Supremo afastados;
- Congresso Nacional fechado três vezes;
- Censura prévia;
- 400 mortos pela repressão, 144 dos quais desaparecidos até hoje.
“A mentalidade dominante dos generais brasileiros (…) rechaça qualquer avaliação do passado recente, escorregando pelo raciocínio simplório e fácil do ‘revanchismo’”, afirma Cunha.
Pressões como a da revista Brasileiros, da Comissão Nacional da Verdade ou do projeto Arquivos da Ditadura, do jornalista Elio Gaspari, ajudam a iluminar as sombras existentes sobre o papel dos militares na violação de direitos humanos naquele período.
Vladimir Herzog, morto sob tortura no DOI-Codi: a tese do suicídio foi vendida pelos militares
Vladimir Herzog, morto sob tortura no DOI-Codi: a tese do suicídio foi vendida pelos militares
São alvos, por exemplo, a localização dos restos mortais dos guerrilheiros do Araguaia, a violência contra povos indígenas, os assassinatos dos jornalistas Vladimir Herzog e do ex-deputado Rubens Paiva, as suspeitas sobre as mortes dos presidentes João Goulart e Juscelino Kubitschek e o desaparecimento de milhares de presos políticos enquanto estavam nas mãos do Estado.
E a tortura. A tortura foi  o instrumento extremo de coerção e extermínio, último recurso da repressão política que o Ato Institucional n° 5 libertou das amarras da legalidade.
Para usar uma expressão celebrizada por Elio Gaspari, foi quando a ditadura envergonhada transformou-se em ditadura escancarada; quando a primeira foi substituída por um regime anárquico nos quartéis e violento nas prisões: foram os Anos de Chumbo, que conviviam com o Milagre Brasileiro. Ambos reais, coexistiram negando-se. (Para muitos, houve mais chumbo do que milagre, uma vez que a tortura e a coerção dominaram o período.)
Em seu artigo na revista Brasileiros, Luiz Cláudio Cunha lembra os exemplos de generais argentinos e uruguaios, que assumiram publicamente as atrocidades cometidas. Igualmente as comissões daqueles países, que ajudaram a Argentina e o Uruguai a não temer abrir cicatrizes fechadas do passado.
(O artigo não cita, mas é possível lembrar outros exemplos notáveis de reavaliação do legado de violência do passado, como a África do Sul do apartheid, o Peru de Fujimori e o Chile de Pinochet.)
O silêncio que diz muito
O texto de Luiz Cláudio Cunha põe o dedo em riste para os três comandantes das Forças Armadas: o general Enzo Martins Peri, o almirante Júlio Soares de Moura Neto e o brigadeiro Juniti Salto. Sem qualquer ligação com as sombras deixadas pelos colegas de farda da ditadura, os três deixam claro a discordância com a ideia de exumação do passado.
Em 18 de novembro de 2011, ao sancionar a lei que criava a Comissão Nacional da Verdade em cerimônia no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff (ex-guerrilheira) era aplaudida por toda a plateia ao sublinhar aquele “dia histórico”, segundo suas palavras. Aplauso seguido por todos os presentes, exceto por quatro pessoas: justamente os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica e do chefe do Estado-Maior Conjunto.
Foi uma cena curiosa: todos eles contidos, mãos sobre o colo, imóveis. No código consentido dos comandantes militares, a ausência do aplauso foi uma das maneiras de dizer pouco e insinuar muito.
A resistência da banda fardada
O artigo de Cunha cita outras evidências que refutam prognósticos otimistas quanto a possível mea culpa dos militares:
- Mentiras expostas em livros didáticos usados por 14 mil alunos matriculados em escolas militares do País;
- O excesso de escolas que homenageiam presidentes e comandantes militares;
- O “sumiço” de documentos como explicação de oficiais para defender a impossibilidade de elucidação de casos de tortura e desaparecimento da época da ditadura;
- A dificuldade que militares ainda demonstram para aceitar a prevalência da autoridade civil (como o espantoso incidente envolvendo o ministro da Defesa, Celso Amorim, e seus assessores civis, barrados na entrada do CIE, o Centro de Informações do Exército, sob o argumento de que ali não entram civis, apenas militares; só o ministro, calado, pôde entrar).
Diante dessa resistência, o mais provável, diz ele, é que “incapazes de reconhecerem suas culpas, os militares brasileiros comprometidos com os abusos da ditadura sejam compelidos a prestar contas à Justiça”, segundo afirma Luiz Cláudio Cunha. Ele acredita na revisão da Lei da Anistia.
fonte ig 19/01/2014

domingo, 12 de janeiro de 2014

JORNAL E VERDADE

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IDH ( Indice de Desenvolvimento Humano no Maranhão)

Ordenação decrescente por IDH

Posição Cidade IDH 2000
1 São Luís 0,778
2 Imperatriz 0,731
3 Paço do Lumiar 0,727
4 São José de Ribamar 0,700
5 Balsas 0,696
6 Estreito 0,681
7 Porto Franco 0,678
8 Santa Inês 0,671
9 Açailândia 0,666
10 Itinga do Maranhão 0,664
11 Carolina 0,658
12 Timon 0,655
13 São João do Paraíso 0,654
14 Mirinzal 0,650
15 Lajeado Novo 0,646
16 Guimarães 0,640
16 Matinha 0,640
16 São João dos Patos 0,640
19 Grajaú 0,639
19 Pinheiro 0,639
19 Pedreiras 0,639
22 São Raimundo das Mangabeiras 0,638
23 Fortaleza dos Nogueiras 0,637
24 Alto Parnaíba 0,636
25 Dom Pedro 0,634
26 Campestre do Maranhão 0,633
27 Luís Domingues 0,632
27 Raposa 0,632
29 Barão de Grajaú 0,631
29 Sítio Novo 0,631
31 João Lisboa 0,630
32 Rosário 0,630
33 São Francisco do Brejão 0,629
34 São Pedro dos Crentes 0,626
35 Governador Edison Lobão 0,625
35 Miranda do Norte 0,625
37 Ribamar Fiquene 0,624
37 Presidente Dutra 0,624
39 Bacabal 0,623
39 Cururupu 0,623
41 Boa Vista do Gurupi 0,621
42 Pindaré-Mirim 0,620
43 Viana 0,619
43 Cedral 0,619
43 Axixá 0,619
46 Barra do Corda 0,618
47 Arari 0,617
47 Jatobá 0,617
49 Santa Luzia do Paruá 0,616
50 Vitória do Mearim 0,615
51 Porto Rico do Maranhão 0,614
51 Caxias 0,614
53 Pastos Bons 0,613
53 Maracaçumé 0,613
53 Cidelândia 0,613
56 Montes Altos 0,611
57 Itapecuru Mirim 0,609
57 São Domingos do Azeitão 0,609
57 Sambaíba 0,609
60 Trizidela do Vale 0,608
61 Lago da Pedra 0,606
62 Sucupira do Riachão 0,605
63 Loreto 0,603
64 Bacabeira 0,602
64 Igarapé Grande 0,602
66 Alcântara 0,600
66 Santa Helena 0,600
68 Tasso Fragoso 0,599
69 Olinda Nova do Maranhão 0,596
69 Godofredo Viana 0,596
71 São Félix de Balsas 0,595
71 São Domingos do Maranhão 0,595
71 Benedito Leite 0,595
71 Buriticupu 0,595
75 Vitorino Freire 0,594
75 Vila Nova dos Martírios 0,594
75 Nova Colinas 0,594
75 Bacuri 0,594
75 Sucupira do Norte 0,594
80 Esperantinópolis 0,593
80 Peri Mirim 0,593
80 Davinópolis 0,593
83 Governador Nunes Freire 0,592
83 São Bento 0,592
83 Anapurus 0,592
83 Paraibano 0,592
83 Santa Rita 0,592
83 São João Batista 0,592
89 Riachão 0,591
89 Central do Maranhão 0,591
91 Zé Doca 0,590
92 Cajari 0,589
93 Coelho Neto 0,588
93 São Pedro da Água Branca 0,588
93 Senador La Rocque 0,588
93 Chapadinha 0,588
97 São Mateus do Maranhão 0,584
97 Penalva 0,584
97 Cândido Mendes 0,584
100 Buriti Bravo 0,583
101 Poção de Pedras 0,582
101 Amarante do Maranhão 0,582
103 Lima Campos 0,581
104 Bom Jesus das Selvas 0,580
105 Bernardo do Mearim 0,579
106 Bequimão 0,577
107 Santo Antônio dos Lopes 0,576
108 Lago dos Rodrigues 0,575
108 Presidente Médici 0,575
110 Nova Iorque 0,574
111 Icatu 0,572
111 Amapá do Maranhão 0,572
111 Pirapemas 0,572
114 Olho d'Água das Cunhãs 0,571
114 Centro Novo do Maranhão 0,571
114 Carutapera 0,571
114 Graça Aranha 0,571
114 São Vicente Ferrer 0,571
119 Bacurituba 0,569
119 Feira Nova do Maranhão 0,569
119 Formosa da Serra Negra 0,569
119 Bela Vista do Maranhão 0,569
119 Palmeirândia 0,569
119 Humberto de Campos 0,569
125 Nova Olinda do Maranhão 0,568
125 Fortuna 0,568
125 Gonçalves Dias 0,568
128 Mata Roma 0,567
128 Matões 0,567
128 Altamira do Maranhão 0,567
128 Turiaçu 0,567
128 Governador Archer 0,567
128 Anajatuba 0,567
134 Lago do Junco 0,566
135 Apicum-Açu 0,565
136 Mirador 0,564
136 Monção 0,564
138 Colinas 0,563
138 Milagres do Maranhão 0,563
140 Cajapió 0,562
141 Serrano do Maranhão 0,561
141 Santa Quitéria do Maranhão 0,561
141 Morros 0,561
144 Junco do Maranhão 0,560
145 Governador Luiz Rocha 0,558
145 Codó 0,558
145 Parnarama 0,558
145 Afonso Cunha 0,558
149 Primeira Cruz 0,557
150 São José dos Basílios 0,556
150 Santa Luzia 0,556
150 Coroatá 0,556
150 Tuntum 0,556
150 Governador Eugênio Barros 0,556
150 Urbano Santos 0,556
156 São Francisco do Maranhão 0,555
156 Presidente Sarney 0,555
158 Brejo 0,552
158 Barreirinhas 0,552
158 Buriti 0,552
161 Nina Rodrigues 0,550
161 Lagoa do Mato 0,550
163 Aldeias Altas 0,549
163 São Raimundo do Doca Bezerra 0,549
165 Araguanã 0,548
166 Buritirana 0,547
166 Magalhães de Almeida 0,547
168 Passagem Franca 0,545
169 Vargem Grande 0,544
170 Capinzal do Norte 0,543
170 Presidente Vargas 0,543
170 São Benedito do Rio Preto 0,543
173 Alto Alegre do Pindaré 0,542
173 Pio XII 0,542
173 São Luís Gonzaga do Maranhão 0,542
176 Bom Lugar 0,541
177 Duque Bacelar 0,540
178 Igarapé do Meio 0,540
179 Alto Alegre do Maranhão 0,538
179 São Bernardo 0,538
179 Tutóia 0,538
182 Paulo Ramos 0,537
182 Peritoró 0,537
184 Pedro do Rosário 0,536
185 Arame 0,535
186 Joselândia 0,534
186 Senador Alexandre Costa 0,534
188 Lago Verde 0,533
188 Santa Filomena do Maranhão 0,533
190 Itaipava do Grajaú 0,531
191 Água Doce do Maranhão 0,529
191 Conceição do Lago-Açu 0,529
191 Maranhãozinho 0,529
194 Turilândia 0,527
195 Satubinha 0,525
196 Timbiras 0,524
197 São João do Soter 0,523
198 Cantanhede 0,522
199 Tufilândia 0,521
200 Cachoeira Grande 0,520
201 Marajá do Sena 0,519
202 Jenipapo dos Vieiras 0,516
203 Bom Jardim 0,515
204 Santo Amaro do Maranhão 0,512
205 São João do Carú 0,511
206 Paulino Neves 0,508
207 Presidente Juscelino 0,506
208 São Roberto 0,502
209 Brejo de Areia 0,501
210 Fernando Falcão 0,498
211 Belágua 0,495
211 Matões do Norte 0,495
213 Governador Newton Bello 0,494
214 Lagoa Grande do Maranhão 0,492
215 Santana do Maranhão 0,488
216 Araioses 0,486
217 Centro do Guilherme 0,484

MARANHÃO E O 1º NO RANKING DO TRABALHO INFANTIL


Paulino Neves lidera ranking de exploração do trabalho infantil no MA

Dados do IBGE apontam que 19% de quem tem de 10 a 17 anos trabalham.
Maranhão é o quarto no ranking dos Estados do Nordeste.


Município de Paulino Neves, segundo dados divulgados pelo IBGE, tem o maior índice de exploração do trabalho infantil do Maranhão. Dezenove por centro da população entre 10 e 17 anos trabalha.
Os dados apontam que o Estado é o quarto no ranking do Nordeste. Em todo o Maranhão, a mão-de-obra infantil explora 144 mil crianças e adolescentes. "Pelo fato do Maranhão ter um percentual alto da população morando na zona rural, nós observamos que a maioria dessas pessoas trabalham em atividades ligadas à lavoura, à pecuária", afirmou o analista de planejamento do IBGE, João Ricardo.

No Brasil é proibido qualquer trabalho a menor de 16 anos de idade, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos. O trabalho deve ser feito em local que não prejudique a formação do adolescente.

Em comparação ao número de habitantes, o Maranhão é o que mais explora a mão-de-obra infantil: 6% das crianças e adolescentes trabalham no Estado. "O IBGE divulga esses dados justamente para que os gestores passam se utilizar dos mesmos para ver quais são os gargalhos, os entraves que estão ocorrendo e dificultando a efetividade das políticas públicas", concluiu o analista João Ricardo.

CIDADES DO MARANHÃO COM A PIOR RENDA DO BRASIL

Municípios com pior renda per capita do país estão no Maranhão, segundo IDH das cidades

Os três municípios com a pior renda per capita média do país estão no Estado do Maranhão, de acordo com o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) 2013, divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), em Brasília. Os dados se referem a agosto de 2010, medidos pelo Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Das capitais brasileiras, apenas cinco delas aparecem entre os 20 municípios de maior IDHM: Florianópolis (3º), Vitória (4º), Brasília (9º) e Belo Horizonte (20º).
Em Marajá do Sena, o pior avaliado no quesito, a renda média por habitante é de apenas R$ 96,25. Já em Fernando Falcão, vice lanterna no ranking, o valor é de R$ 106,99, e em Belágua R$ 107,14.

A cidade de São Caetano do Sul, em São Paulo, tem a maior renda per capita média do país, com R$ 2.043. A média nacional é de R$ 794.
A renda per capita média obtida pela soma dos salários da população dividido pelo número de habitantes.
Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013